quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Auto do Boi da Cara Preta no You Tube

A montagem Auto do Boi da Cara Preta conta a história de como surgiu a canção de ninar “Boi da Cara Preta”. Catarina, mulher grávida do vaqueiro Mateus, deseja comer língua de boi. Mas, não de qualquer animal. Precisa ser a língua do boi de estimação do temido Coronel Firmino. Assim, começa a confusão com muita dança e música inspiradas no bumba-meu-boi.

Resultado de pesquisas sobre a cultura nordestina, especificamente sobre o bumba-meu-boi realizado no povoado de Urucutuca, o Auto do Boi da Cara Preta tem texto de Romualdo Lisboa e direção assinada por Tânia Barbosa. No elenco, estão: Guilherme Bruno, Geisa Pena, Amauri Oliveira, Adália Santos, Cariza Amorin, Ednilton Paixão, Larissa Paixão, Ruan Lisboa, Pablo Lisboa e Cabeça.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A-RRISCA Cia. de Dança tem projeto selecionado pela Funceb

A A-RRISCA Cia. de Dança foi um dos 10 aprovados pelo edital Yanka Rudzka de Apoio à Montagem de Espetáculos de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb). O grupo residente da Casa dos Artistas teve o projeto “Lixo” selecionado dentro da Categoria 1, que financia montagens com custo até R$ 30 mil.

De acordo com a coordenadora da A-RRISCA Cia. de Dança, Érica Ocké, o projeto tem como proposta conscientizar as pessoas sobre a responsabilidade pelo lixo que produzem e as formas de reciclagem. “É um espetáculo de dança educativo, que tenta despertar o público para as questões sócio-ambientais. Por isso, abriremos nossas bilheterias para escolas públicas, para que a mensagem possa ser levada a mais pessoas”, explicou Érica.

A estréia do espetáculo “Lixo” está prevista para março de 2009, mas antes serão realizadas algumas atividades relacionadas à preservação ambiental, como limpeza de praias e ruas, além de ensaios abertos. A montagem ficará em cartaz até o mês de abril e será apresentada na Casa dos Artistas, no Teatro Municipal e na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), no auditório Paulo Souto.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

ESPETÁCULOS SELECIONADOS PARA O 5º FESTEATRO:

Medéia in Progress
Bando de Teatro Resistência - Camaçari-BA

Quindim, o catador de sonhos
Grupo de Teatro Roda Moinho - Salvador-BA

As Lavadeiras
Teatro de Experiência Grapiúna - Itabuna-BA

Um Dia de Cabra
Grupo Mensageiro da Arte - Itabuna/BA

Das Matas ao Progresso
Maktub Performances - Ilhéus-BA

Auto Falante
Grupo Monólogo - Itabuna-BA

Os Prequetés
Cabriola Cia de Teatro - Salvador-BA

Noite na Taverna
Cia Teatral Palco - Itabuna-BA

Labirinto Reencarnado
Cia Pessoal do Faroeste - São Paulo-SP

Coordenação do Festeatro (73)9194-1278 - Ana

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Fim de semana na Casa


Nesta sexta-feira (22), às 20 horas, tem o show Bossa 2, com Ivan Bittencourt e Joanna Carvalho, homenageando os 50 anos da Bossa Nova. No sábado (23) às 17h30min, estará em cartaz o espetáculo infantil, Palha Assada. E, no mesmo dia, às 20 horas, tem o espetáculo de dança Gonzaguiana, da A-RRISCA Cia. de Dança, grupo residente da Casa dos Artistas. Os ingressos custam R$ 10,00 e R$ 5,00.

Improviso, Oxente! encerra discussões sobre levante dos escravos do Engenho de Santana

Fotos: Felipe de Paula

O projeto Improviso, Oxente! da Casa dos Artistas de Ilhéus encerrou, na noite da última quarta-feira (20), as discussões sobre o levante dos escravos do Engenho de Santana, durante o século XVIII. Falando sobre linhas gerais do tema principal, o palestrante foi o historiador João Cézar de Andrade.

Durante o último Improviso, Oxente!, o pesquisador convidado explicou que o levante no Engenho de Santana, iniciado em 1789, foi um entre vários episódios de rebelião dos escravos. “A última revolta registrada ocorreu em 1824, mas o episódio em debate foi particular pelo fato dos negros terem escrito um documento com solicitando melhores condições de trabalho”, explicou João Cézar.

Segundo o historiador, muitas pessoas creditam o levante dos escravos do Engenho de Santana como a primeira greve do Brasil. “Realmente o fato pode ser considerado como o nascimento do movimento operário, mas não como uma greve, uma vez que os negros não eram vistos como seres humanos”, complementou o palestrante.

Apesar de ter grande peso histórico, a rebelião dos escravos do Engenho de Santana não é muito conhecida pelos brasileiros ou mesmo pelos ilheenses. De acordo com João Cézar, isto acontece porque a sociedade preconceituosa se encarregou de não divulgar atos em que os negros tiveram destaque, passando a imagem de que os africanos eram primitivos. “Os negros trazidos para o Brasil eram membros de famílias reais, capturados por tribos inimigas”, complementou o convidado.

Uma das marcas do projeto Improviso, Oxente! são as performances artísticas. As discussões da última noite foram intercaladas pelo berimbau de Mestre Virgílio, a percussão do ator Marcelo Novaes e a voz de Marinho Rodrigues, do grupo Dilazenze. Os atores Germano Lopes, Guilherme Bruno e Ednilton Paixão também improvisaram bastante, um senhor tratando seus escravos com injustiça.

O diretor da Casa dos Artistas, Romualdo Lisboa, avaliou a última edição do projeto como um sucesso, uma vez que foram discutidos vários aspectos da revolta dos escravos. “As discussões promovidas servirão de base para a montagem do novo espetáculo do grupo Teatro Popular de Ilhéus”, informou.

A partir do dia 03 de setembro, às 19 horas, o Improviso, Oxente! terá como tema central “Políticas Públicas voltadas para a Cultura”. Cada noite o projeto receberá um candidato a prefeito de Ilhéus que falará sobre seus projetos voltados para o setor cultural, além de ouvir as sugestões dos presentes. Todos se comprometeram que, sendo eleitos, voltarão outras três vezes para construir, junto com os participantes, um plano de políticas públicas.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Teatro Popular de Ilhéus faz temporada de Teodorico Majestade em Salvador

Fotos: Felipe de Paula

Depois de ser visto por mais de 10 mil pessoas em Ilhéus e revolucionar o teatro da região, será a vez dos soteropolitanos se divertirem com o espetáculo Teodorico Majestade­ – as últimas horas de um prefeito, do Teatro Popular de Ilhéus, grupo residente da Casa dos Artistas. A peça estará em cartaz na capital baiana a partir desta quinta-feira (21), no Teatro Vila Velha e no Centro Cultural Plataforma, com entradas vendidas a preços populares.

Escrita e dirigida por Romualdo Lisboa, a montagem mostra o lado engraçado dos bastidores da corrupção e, apesar de ser baseada nos últimos escândalos políticos de Ilhéus, a mensagem que traz é universal. É um estímulo ao povo reivindicar o cumprimento dos seus direitos e refletir bastante antes de ir às urnas.

A temporada em Salvador está sendo patrocinada pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, através do Calendário Cultural. Teodorico Majestade – as últimas horas de um prefeito estará em cartaz no Teatro Vila Velha entre os dias 21 e 31, às 20 horas das quintas-feiras e às 18 horas dos sábados e domingos. Os ingressos custarão R$ 10,00 e R$ 5,00. Já no Centro Cultural Plataforma, a montagem será apresentada de 22 a 27, às 20 horas das sextas e quartas-feiras, com entradas a apenas R$ 2,00 e R$ 1,00.

Em versos de cordéis, a comédia narra o drama de Teodorico Majestade, prefeito da cidade fictícia de Ilha Bela, na década de 1970. Depois de roubar o dinheiro público, favorecer parentes e fazer conchavos com a Câmara de Vereadores, ele se vê acuado em seu gabinete, precisando decidir se assina sua renúncia ou é linchado pela população revoltada.
Beberrão e boca-suja, Teodorico conta apenas com a fidelidade do seu assessor, Malote. Há ainda o vereador Gersinaldo Quina, que tenta se desvincular das falcatruas armadas em conjunto com o prefeito. Representando o povo indignado, surge Maria das Armas, a qual os corruptos tentam atrair com ofertas tentadoras.
A peça traz no elenco Ely Izidro, Tânia Barbosa, Takaro Vítor e Marcelo Novaes. O violeiro e repentista Azulão Baiano executa, ao vivo, a trilha sonora. Assim como o texto, o cenário é inspirado na literatura de cordel, com pinturas do artista plástico Carlos Makalé.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Final de Semana na Casa dos Artistas

Nesta sexta-feira (15), às 20 horas, tem o show Bossa 2, com Ivan Bittencourt e Joanna Carvalho, homenageando os 50 anos da Bossa Nova. No sábado (16) às 17h30min, estará em cartaz o espetáculo infanto-juvenil, Auto do Boi da Cara Preta, da Cia. Boi da Cara Preta. O texto é de Romualdo Lisboa e a direção de Tânia Barbosa. Os ingressos custam R$ 10,00 e R$ 5,00.

Religiosidade africana na resistência escrava foi centro de discussões do Improviso, Oxente!

Fotos: Felipe de Paula

“O papel da religiosidade africana na resistência escrava” foi o tema do Improviso, Oxente! da última quarta-feira (13). Para discorrer sobre o assunto, que complementa as discussões sobre o levante dos escravos do Engenho de Santana, o projeto da Casa dos Artistas convidou o babalorixá e professor da Uesc, Ruy Póvoas.

O mestre em Letras Vernáculas iniciou as discussões do Improviso, Oxente! falando sobre o significado das palavras-chaves do assunto. “Por religiosidade entendemos que é a prática dos costumes de uma religião. Já resistência pode significar força ou o ato de lutar em defesa de algo”, explicou.

A cerca da religião africana praticada pelos escravos, Ruy Póvoas disse que ela sobreviveu devido à estratégia dos negros em manter viva sua memória por conseguir guardar segredos. “No período colonial, além de não verem os africanos como seres humanos, houve muita repressão proibindo-os de realizar seus cultos”, disse o babalorixá.

Ainda segundo o professor, os negros trazidos para o Brasil realizavam seus rituais religiosos escondidos, nas matas. Isso porque as divindades africanas eram ligadas aos elementos da natureza. Os ensinamentos eram transmitidos oralmente, de geração em geração. Segundo Ruy Póvoas, a metodologia de ensino se dava através de histórias.

O último Improviso, Oxente! deu continuidade aos debates sobre a revolta dos escravos do Engenho de Santana, ocorrida entre 1789 e 1791, que originou um documento com reivindicações escritas pelos negros. Por isso os historiadores consideram o levante como a primeira greve do Brasil. “Montaremos uma peça sobre este fato e as discussões realizadas pelo projeto servem como fonte de pesquisa para entendermos o que aconteceu”, disse o diretor da Casa dos Artistas, Romualdo Lisboa.

Além dos debates, o projeto Improviso, Oxente! também é feito de performances artísticas. Os integrantes da banda de hip hop O Quadro se uniram ao berimbau de Mestre Virgílio e à percussão do ator Marcelo Novaes, mostrando que a mistura improvisada pode dar muito certo. O ator Guilherme Bruno também marcou presença, interpretando um negro sentindo remorsos por ter que maltratar os escravos.

O próximo tema do Improviso, Oxente! será: “Levante dos escravos do Engenho de Santana 1789 – 1791”. O especialista convidado para falar sobre o assunto será o professor João César Andrade. Os encontros acontecem sempre às quartas-feiras, às 19 horas, com entrada franca.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Inscrições para 5° Festeatro via postal devem ser feitas até esta sexta-feira (15/08)

Os grupos de teatro que desejem se inscrever no 5º Festeatro pelos Correios deverão enviar a documentação até esta sexta-feira (15) para: Rua Jorge Amado, 39, Centro, CEP: 45653-200, Ilhéus – BA. Mas o prazo das inscrições presenciais, na Casa dos Artistas, vai até o dia 22 deste mês.

Além da ficha de inscrição preenchida, os interessados em participar do evento devem enviar cópia do texto, release do espetáculo, currículo do grupo e DVD com apresentação gravada na íntegra. Também é necessário apresentar liberação do SBAT, ECAD ou autorização do autor, seis fotos da montagem e material de divulgação, se houver.

Serão selecionados 10 espetáculos de palco e seis de rua. Os escolhidos receberão um cachê de R$ 500,00 mais ajuda de custo para alimentação, no valor de R$ 7,00 por refeição. Também estão previstos hospedagem, inclusive para grupos de cidades vizinhas, e translado do hotel para o local das apresentações.

Para selecionar os grupos, será formada comissão composta por três integrantes do Teatro Popular de Ilhéus, grupo residente da Casa dos Artistas, e dois representantes da Fundação Cultural de Ilhéus. Os espetáculos considerados aptos para se apresentarem durante o evento serão divulgados no dia 25 de agosto.

O 5º Festeatro acontecerá entre os dias 22 e 25 de setembro, no Teatro Municipal de Ilhéus. A mostra não-competitiva é promovida pelo Teatro Popular de Ilhéus com patrocínio da Fundação Cultural do Estado da Bahia e apoio da Associação de Turismo de Ilhéus (Atil). De acordo com o diretor da Casa dos Artistas, Romualdo Lisboa, o objetivo do evento é proporcionar espaço de interação e formação entre artistas e público de teatro, com ingressos a preços populares, até R$ 4,00.
O regulamento e a ficha de inscrição do 5º Festeatroestão disponíveis neste blog e também no site do evento: http://www.festeatro.ilheusnabahia.com.br/. Dúvidas podem ser tiradas enviando e-mails para casadosartistasilheus@gmail.com ou tpilheus@hotmail.com. Mais informações também pelos telefones: (73) 3634-6269 ou 3634-5818.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

PROGRAMAÇÃO DE AGOSTO

IMPROVISO, OXENTE! / Quartas – 19 horas (entrada franca)

Dias e Temas
13 – O papel da religiosidade africana na resistência escrava
20 – Levante dos escravos do Engenho de Santana 1789 - 1791
27 – Ser negro no Brasil

ESPETÁCULO ADULTO

Terças – 20 horas ( ingressos R$ 10 e R$ 5)
Dias
12 – Auto do Boi da Cara Preta
19 – Teodorico Majestade
26 - Auto do Boi da Cara Preta

Sextas e sábados – 20 horas ( ingressos R$ 10 e R$ 5)
Dias

08 – Bossa 2
09 – Subjetivamente qualificado – Jorge Batista.
15 – Bossa 2
16 – Subjetivamente qualificado – Jorge Batista.
22 – Bossa 2
23 – Gonzaguiana.
29 – Bossa 2
30 – Gonzaguiana.

ESPETÁCULO INFANTO-JUVENIL

Terças – 18:00 horas (promoção: ingressos R$ 2)
Dias

12 – Auto do Boi da Cara Preta
19 - Ita – Um Tupinambá em busca do Manto Sagrado
26 - Auto do Boi da Cara Preta

Sábados – 17:30 horas (ingressos R$ 10 e R$ 5)
Dias
09 – Palha Assada
16 – Auto do Boi da Cara Preta
23 – Palha Assada
30 – Palha Assada

Aspectos psicológicos de uma revolução foram tema do último Improviso, Oxente!

Foto: Felipe de Paula
Complementando as discussões sobre o levante dos escravos do Engenho de Santana, ocorrido no século XVIII, o tema do último Improviso, Oxente! foi “As bases psicológicas de uma revolução interior, de mentalidades e das instituições”. Para conduzir o assunto, o projeto da Casa dos Artistas de Ilhéus convidou o psicólogo André Luis Fonseca, que esteve no espaço cultural na noite da última quarta-feira (6).

Mediado pelo professor Ramayana Vargens, o debate do tema iniciou com a exposição do psicólogo sobre a relação entre o inconsciente e a revolução. “A partir da combinação de fatores emocionais, culturais e sociais, a o ser humano vem buscando atender os desejos de melhorar suas condições. A partir daí acontecem as revoluções”, explicou André Luis.

A abordagem do assunto serviu para dar continuidade à análise da revolta dos escravos do Engenho de Santana. Em 1789, eles tomaram a fazenda, mataram o feitor e passaram dois anos no comando do local. Como tentativa de negociação para voltarem ao trabalho sob as ordens colonos, redigiram um documento com diversas reivindicações, inclusive para as mulheres. Por isso este fato é considerado como a primeira greve do Brasil.

Como as discussões do Improviso, Oxente! servirão de fonte de pesquisa para a próxima montagem do Teatro Popular de Ilhéus, grupo residente da Casa dos Artistas, busca-se compreender como a idéia de revolução surgiu entre os negros até se organizarem e tomarem o Engenho de Santana. Segundo o diretor, Romualdo Lisboa, a intenção não é realizar um documentário, mas entender como nasce o desejo de mudança.

O projeto Improviso, Oxente!, não é feito apenas de debates. Na última quarta-feira, o músico Cabeça, no vocal e violão, junto com Mestre Virgílio, tocando berimbau, foram responsáveis pelo som que embalou as discussões. Já os atores Guilherme Bruno e Ednilton Paixão fizeram uma performance inspirada no tema da noite. Na base de muito improviso, eles interpretaram coronéis abolicionistas, que estimulavam a revolução dos escravos.

Até o final deste mês, durante todas as quartas-feiras, o projeto Improviso, Oxente! versará sobre o levante dos escravos do Engenho de Santana. Com entrada franca, a partir das 19 horas haverá um pesquisador convidado falando a respeito de um aspecto do tema central. O próximo será o professor da Uesc e babalorixá, Ruy Póvoas. Ele abordará “O papel da religiosidade africana na resistência escrava”.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Trechos Pega pa Capá

Em meio aos cordéis de Gilton Tomás, os repentes e cantorias de Azulão Baiano e as cachaças do velho Toizinho, a comédia “Pega Pa Capá”, produzida pelo Teatro Popular de Ilhéus, faz uma grande homenagem às mulheres, reconhecendo seu importante papel na sociedade. A montagem é a união de dois textos baseados em literatura de cordel: “O homem que pintou a parede e a mulher chupou”, de Franklin Costa, e “O Fiscal e a Fateira”, de Équio Reis.

Trechos no You Tube: